sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Carta a um desconhecido...

Então é isso!

Não quero mais as nossas brigas, seu ciume que as vezes me irrita e suas promessas vazias. Não quero ter que te ver andando pra longe de nós e tenter deseperadamente te seguir, pegar sua mão e pedir pra ficar. Já faz tempo que te vejo tão longe, que as vezes penso que você não vai voltar, é como um buraco no meio da rua, que a gente tem que contornar para passar.

Esperei muito tempo pra dizer e sei que isso me fez sofrer a cada dia que via meus sonhos se perdendo nos seus e você sempre buscando algo mais. O que será que você pensava quando estava longe? em mim? em nós? ou simplismente se deixava levar e por um momento eu deixava de existir? Engraçado estar escrevendo tudo isso, talvez você nem leia, sei que não vai ler, faz tempo que você lia tudo que eu fazia.

Mas o que posso dizer, eu ainda estou aqui não é? gritando de pelnos pulmões e você não pode mais me ouvir, se foi, se perdeu num caminho que não era o meu, nunca foi o seu, não seria hoje esse dia. Pois então vá, corra livre xomo sempre quis, sinta-se feliz já que ao meu lado você estava infeliz... é triste dizer isso.

Houve um tempo em que eu quis que você fosse embora de verdade, fiz de tudo pra te tirar você de mim, mas a sua marca está gravada em minha existência e é tão profunda que nem mesmo eu tenho forças para apagá-la. Talves essas não sejam palavras boas de se ouvir, afinal, é triste ver quem você ama partir, e quem fica não deseja que o outro tenha sorte.

Sei que tudo isso pode parecer estranho, mas sei que em algum lugar, algum dia você vai ler o que escrevi e vai perceber que como te quero agora, sempre te quis.

Nenhum comentário:

Postar um comentário